
Expressões, expressões...
Centenas, milhões, cada uma com o seu "eu", o seu toque de autor em mim.
...e em ti também, não penses.

A traição da fotografia, que me despe a alma em mil, que me perde e refaz,
que remexe os traços que penso assim.
Quem sou eu afinal?

Qual sou eu afinal?
Caretas e mais caretas em que não me encontro.
Pedaços de mim? Talvez...
Mas então, quando me completo?
Qual a minha unicidade neste desvario de fragmentos momentâneos em que me desfaço?
Quando, quem sou afinal?
Vida?! O que é?!
O que é...


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